08/08/13
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.
Este foi efetivamente o nosso primeiro dia mendocino.
Iniciamos vendo o sol (um sol ainda ameno) nascer em plenos campos viníferos e fomos tomar o nosso ótimo café da manhã no hotel.
Começamos o programa indo visitar a icônica vinícola Familia Zuccardi.
O programa seria completo.
Ou seja, faríamos um “manjado” tour com todas as descrições das fases de feitura de um vinho.
Melhor; acabamos fazendo um tour espetacular.
Tivemos a possibilidade de ouvir um especialista dissertando sobre o terroir mendocino e todas as possibilidades existentes de combinações entre os tipos de solos e de uvas existentes por aqui.
Antes passamos por um salão de artes muito bacana. Segue o minifotoblog do lugar:
Na seqüência, visualizamos toda a produção …
… com direito a ver um tanque sendo limpo …
… e uma verdadeira cascata de borra (eu disse borra!) jorrando do fundo dos tonéis de aço.
Passamos também pela fase do armazenamento em barris de carvalho …
… e finalmente, fomos pra degustação.
Experimentamos um ótimo Chardonnay, um bom Bonarda e um razoável Chenin Douce.
Logo após, terminamos o tour passando pela lojinha pra comprarmos os primeiros souvenires da nossa viagem.
Também tínhamos reservado um almoço no excelente restaurante da vinícola.
Foi no esquema mini-degustação e como dizem nuestros hermanos, “a la grande”.
Sentamos na mesa separada especialmente …
… e iniciamos experimentando os bons azeites da casa, acompanhados de grissinis.
Como entradas, empanadas assadas de carne, queijo e cebola nos foram servidas.
Foram harmonizadas com uma garrafa daquele ótimo Chardonnay Viogner Zuccardi 2012.
Na seqüência, vieram uma salada bem variada …
… acompanhada de tomates frescos …
… legumes assados e vários tipos de carnes, a famosa parrilla, formada por lingüiças, morcillas, frango, carnes de porco e de boi (em tempo – esta foi a última foto perdida da nossa máquina. A partir daí, passamos a usar outra).
Tudo muito bem assado e com aquele sabor característico da carne Argentina.
Tomamos mais dois vinhos e ambos derivados da Malbec: um tinto e um rosé.
Finalizamos tudo com tortas, sorvetes de dulce de leche…
… e um bom vinho de sobremesa, o Soleria (que nos rendeu boas risadas).
Foi o tempo de nos dirigirmos pra van …
… e resolvermos que ainda passaríamos na Rutini/La Rural pra, pelo menos, comprar alguns vinhos.
Não só os compramos como ainda conseguimos dar uma boa olhada no Museo del Vino de lá.
Segue mais um minifotoblog:
Voltamos rapidamente pro hotel, já que haveria um show de tango por lá.
E olhe que apesar de não sermos (eu e a Dé) muito fãs deste tipo de música, nos surpreendemos com a qualidade de tudo.
Foi o que podemos chamar dum show de tango de raiz.
Como estávamos prontos, rumamos pra vinícola Escorihuela Gascón, onde jantaríamos no restaurante 1884, do mago dos fornos quentes, o famoso Francis Mallmann. Quem passa regularmente por aqui, sabe que não morremos de amores por ele.
Mas como a turma queria conhecer, concordamos. Chegamos lá e o restaurante estava muito cheio; ainda bem que fizemos uma reserva (detalhe: a Madá e o Álvaro não foram).
O ambiente é bem bacana e classudo.
Como já sabíamos da fama do Mallmann de fazer pratos muito grandes, fomos comedidos nos pedidos.
A Márcia e o Vianney dividiram um Ojo de Bife com fritas, que estava bom, mas mesmo assim foi muito grande.
A Dé e a Lourdes dividiram um linguado com legumes, que estava bom, mas muito grande.
O Eymard foi de bife de salmon com suflé de espinacas babies, que estava bom e quase na medida certa pra ele.
Eu escolhi um Coelho com peras ao sal e endívias assadas, que estava bom, mas muito grande. 🙂
Tomamos dois ótimos vinhos brancos; um sauvignon Blanc da Ruttini …
… e um Chardonnay Luca 2009.
É obvio que passamos as sobremesas e o café, …
… e só nos restou cair nos braços de Morfeu, já que o frio convidava a uma boa noite de sono.
Enfim, foi um grande jantar, ou melhor definindo, um jantar grande.
Hasta.
Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!














































































































































































































































































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