05/06/11
Almoço domingueiro, familiar e festivo.
Sabe que há um tempão não fazíamos um big almoço familiar e domingueiro aqui na sede? A data merecia.
Aproveitamos pra adiantar uma boa parte dele já no sábado.
A Re e a Dé resolveram fazer macarrão em casa. Melhor, resolveram estrear a nova máquina elétrica (ê, tecnologia).
E deu tudo absolutamente certo (Lourdes, a Dé mandou dizer que pode comprar. E que não precisa mais dum grifo, não!! rsrs)
De lá sairam belos “penne” e …
… “papardelli”.
Eu aproveitei e fiz umas porpetinhas que seriam utilizadas no nosso molho ao sugo.
E também as usei em ótimos sandubas (porpetta, queijo, salada e molho de iogurte num pão sírio) que foram o jantar de sábado.
Adiantei também o ragu vegetariano …
…e os pepinos cortados rudemente e temperados com óleo de gergelim, alho, sal, pimenta do reino e azeite.
Ah! A Dé também criou o cenário antecipadamente e deixou a big table totalmente preparada. Uma beleza, como sempre!
Pronto! Fomos dormir (nada como uma família trabalhando unida) e preparados pra acordar um pouco mais tarde no domingão.
Logo cedo, a Re e eu fizemos as honras da família e demos os nossos presentes. A Dé gostou de tudo, até do edredon! 🙂
E voltamos à lida: preparei a leitoinha (by sex shop) …
… e os lombos (by sex shop), …
… sendo que um deles foi regado com o novo molho barbecue do e da Flávio Federico. Ficou muito bom.
Enquanto isso, fiz uma receita de batata que é o “bicho” segundo a própria aniversariante. E é mesmo.
As comemos na refeição que fizemos no excelente Arturito, o restaurante da Paola Carosella. Como sou cara-de-pau, enviei um e-mail pra ela pedindo como fazer, e não é que ela me mandou! (palmas pro atendimento dela que é sempre solícito e cordial).
São batatas ao murro mais do que especiais. Cozidas no forno com água, muito sal grosso e numa assadeira vedada com papel alumínio são esmurradas e fritas no azeite (de preferência umas duas vezes).
Pra batatólogos como nós é um prato imperdível. Elas evaporaram da mesa! 🙂
Aproveitei que a minha Bimby estava à disposição e a utilizei pra fazer duas pastas e uma sopa. Esta, um creme simples de alho porró que quentinho, casou muito bem com a temperatura reinante.
As pastas, uma de salmão defumado com cream cheese e outra de queijo de minas e iogurte, …
… foram servidas com pedaços de pão sírio fritos (ficam crocantes e deliciosos)
Complementamos as entradinhas com uma platô de frios (pata Negra (ele não acaba!! rs), queijo Gouda, pimentão em conserva, pimenta biquinho e erva-doce temperada).
Ah! E a famosa torta de palmito da D Vera que a Dé simplesmente venera!
Todo mundo começou a chegar e aproveitamos pra servir os acepipes com a companhia dum Espumante Espanhol Codorniu (pra entrarmos no clima) e, urgh, um Tinto Suave Sdruws pra D Vera e pra minha mãe, a D Anina.
Pra acompanhar os lombos e a leitoa, fiz dois molhos. Um de mostarda e mel e outro de kiwi, azeite e hortelã. Ambos diferentões segundo os comensais (viu, Dodô?).
Tomamos alguns vinhos espanhóis (a nova onda do momento) e um português (viu, Ameixa?), conversamos bastante, rimos mais ainda e chegamos ao auge do dia.
A hora do parabéns e do bolo. Que na verdade foi uma saborosa torta de morangos e …
… excelentes cupcakes de limão e maracujá, feitos pela Julia da ótima doceria Júlia Chocolates de Poá, uma cidade satélite da grande FV.
Musiquinhas foram cantadas (todas as 38 que compõe o repertório da família) até o grand finale, a famosíssima “Era eu a criancinha, …, a alegria da minha mãezinha“, na qual a D Vera exultante abraçou e beijou a querida filhinha.
Pronto! Cafés, anisetes, docinhos, anisetes, spirits by FF, anisetes. Tudo isto e mais este montão de mulher bonita!
Só nos restou desejar um Feliz Aniversário pra Dé e muitos anos de vida ao nosso lado (especialmente do meu).
Até o próximo.
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