Os empréstimos concedidos por empresas de fora do setor bancário saltaram 40%, para estimados US$ 200 bilhões, nos dois anos encerrados em março, em comparação com um crescimento de 15%, para US$ 1,1 trilhão nos empréstimos feitos por bancos.
Em meio a décadas de cortes de custos efetuados pelas grandes empresas aéreas mundiais, as refeições quentes e bebidas alcóolicas de cortesia na maioria dos voos internacionais conseguiram sobreviver. Isso agora está mudando.
Um ano depois de a mineradora britânica Anglo American PLC ter anunciado uma das mais drásticas operações de cortes corporativos já vistas, a empresa está voltando atrás em seu plano de vender cerca de 70% de suas minas e demitir quase metade de seus funcionários.
Os fundos de privaty equity americanos TPG e Silver Lake estão prestes a perder os mais de US$ 2 bilhões que investiram na compra da Avaya, empresa de equipamentos de telecomunicação corporativa, e em outras duas aquisições relacionadas.
Emmanuel Faber, apenas o terceiro diretor-presidente da Danone, tem participado de cúpulas antiglobalização e alertado que as pessoas vão virar as costas ao livre mercado, a menos que os governos e as organizações ajudem os que foram deixados para trás pela globalização.
Com o fim de 2016 se aproximando, cinco das sete empresas mais valiosas do mundo — incluindo as três mais valiosas — são do setor de tecnologia. Além do forte valor aos olhos dos investidores, Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook também são poderosas forças na vida cotidiana. A tecnologia hoje parece ser inevitável.
As gigantes dos gases industriais Praxair, dos Estados Unidos, e Linde, da Alemanha, concluíram ontem um namoro de dois anos, anunciando a união de forças para criar a maior empresa do setor com um valor de mercado combinado de US$ 66,6 bilhões.
Montadora enfrenta o desafio de novas tecnologias e escândalo sobre consumo de combustível e investidores esperam que o executivo repita o sucesso obtido ao reviver a deficitária Nissan há 15 anos.
A gigante chinesa de internet Tencent Holdings Ltd. está expandindo seus negócios de “streaming” de música e conteúdo ao vivo na Ásia, acirrando a competição com os gigantes da indústria Apple Inc. e Spotify AB.
Até alguns meses atrás, a gestora Platinum dizia aos investidores que geria mais de US$ 1 bilhão em ativos aplicados em investimentos ecléticos como empréstimos para empresas em recuperação judicial e ações de farmacêuticas pouco negociadas
Os avanços tecnológicos deixaram os ‘desktops’ da empresa bem para trás e o gigante do software, que aos 41 anos vem enfrentando rivais mais ágeis como a Apple Inc. e o Google., da Alphabet Inc. , teve que abandonar a desconfiança com aquilo que não foi desenvolvido internamente e também o foco excessivo na engenharia.
As fábricas já estavam voltando a operar nos EUA antes mesmo da promessa de revitalizar o setor industrial que ajudou a levar Donald Trump à presidência do país. Mas os números de postos de trabalho que estão sendo verificados não são os mesmos do passado.
Para reformular o mundo industrial e seus principais negócios com software avançado, o conglomerado americano precisa primeiro vender equipamentos mais simples para aquelas empresas que ainda não estão prontas para se conectar à nuvem.
Várias empresas estão adotando uma gestão que elimina a figura central no comando, sendo administradas por comitês e com base no consenso — estruturas que, segundo seus líderes, aumentam a colaboração e melhoram a tomada de decisões em todos os níveis.
A saída de seu segundo principal executivo — Gary Cohn, que será o principal assessor econômico de Trump — deflagrou uma rodada de manobras no alto escalão do banco, onde nova geração de executivos está ansiosa por oportunidades para subir na hierarquia da firma.
Empresas como Airbnb, Uber e Snap querem tranquilizar os investidores preocupados com a perspectiva de estagnação no crescimento das vendas. O ponto-chave é criar uma história de crescimento a longo prazo, mostrando que a empresa é capaz de ir além da sua atividade principal.
Excesso de capacidade, custos com combustível mais altos e agitações políticas estão se unindo para provocar o fim de um período de cinco anos consecutivos de melhora nos lucros das companhias aéreas, informou a Associação Internacional do Transporte Aéreo.
A alta do dólar tem levado grandes empresas dos dois lados do Atlântico a repensar suas estratégias. Exportadores americanos se preparam para tempos difíceis. Seus produtos inesperadamente ficaram mais caros em muitos países, e os lucros obtidos no exterior ficam menores. Já para os exportadores europeus, o fortalecimento do dólar tem criado oportunidades.
Em busca de novas formas de lucrar com ingredientes que elas já produzem, grandes empresas da indústria de alimentos começam a copiar o modelo de “startups” que enviam a assinantes de seus serviços caixas com receitas e os ingredientes necessários para uma refeição familiar mais sofisticada.
Howard Schultz, que transformou a Starbucks em uma marca global com mais de 25 mil lojas, disse na semana passada que planeja deixar o cargo de diretor-presidente para trabalhar em um projeto dentro da Starbucks que criará cafeterias altamente sofisticadas onde o café pode custar US$ 12 por um copo de 354 ml.
O trajeto da peça do ateliê de criação na Espanha até as araras da loja em Manhattan dá uma visão interna do modelo de moda rápida que fez da Inditex SA, a controladora da Zara, a maior empresa de varejo de roupas e acessórios do mundo em vendas.
A grife britânica agora tem vendedores especiais que estabelecem uma relação pessoal com uma elite de consumidores para fazer com que voltem sempre à loja e gastem mais não apenas em produtos como em atividades de interesse do cliente.
A americana Smithfield Foods planeja cortar 25% de suas emissões de carbono em um período de oito anos, em uma ação voluntária com a qual a empresa acredita poder reduzir custos e renovar sua marca.
O estilo exigente do fundador Ren Zhengfei, que ajudou a chinesa Huawei a se tornar o terceiro maior fabricante de smartphones do mundo, fez da empresa algo único até mesmo na China. Na Huawei, empregados são recompensados por abrir mão de coisas como férias e horas extras. Agora que Ren está se afastando da liderança já surgem dúvidas sobre se a empresa continuará crescendo sem ele.
Por décadas, as lojas da Gap dominaram os shoppings americanos e ditaram a estética casual do país com suas calças cáqui e camisetas brancas. Hoje, em meio a uma estagnação nas vendas e à migração de seus consumidores jovens para rivais de moda rápida de preços mais baixos, a empresa icônica de vestuário luta para evitar a extinção.
Dispositivos enormes e com telas sensíveis ao toque começam a se espalhar por todo tipo de empresa, tanto como ferramentas para os clientes quanto para a realização de tarefas coletivas. Esses dispositivos criam novas maneiras de colaborar, seja no escritório, num restaurante do McDonald’s ou na operação de um navio de cruzeiro, escreve o colunista Christopher Mims.
A empresa quer tornar a divisão petrolífera mais eficiente para ganhar vantagem competitiva quando os preços do petróleo se recuperarem. Para isso, ela conta com sua experiência na digitalização e automatização de fábricas.
Diante do cenário incerto do mercado de commodities, a Rio Tinto afirmou que vai investir menos em projetos neste ano do que o previsto anteriormente, embora continue contra a corrente do setor ao planejar gastos maiores para os próximos anos e fortalecer uma ofensiva para intensificar a produtividade.
Com os imóveis cada vez mais caros nas cidades, alguns incorporadores estão reduzindo ou eliminando o espaço tradicionalmente destinado à garagem, ao mesmo tempo em que oferecem subsídios e outros incentivos aos ocupantes.
Depois de passar anos tentando em vão impulsionar as vendas de cerveja sem álcool, as maiores cervejarias do mundo estão expandindo o leque de produtos não alcoólicos com um vigor renovado.
Os anunciantes dos Estados Unidos estão às voltas com uma dura realidade: depois de passar anos cortejando os consumidores americanos com imagens de uma requintada vida urbana, eles podem ter julgado mal os anseios de grande parte de sua audiência.
Até recentemente, a Aramco se concentrava na produção de grandes quantidades de petróleo e no processamento do produto em suas refinarias. A empresa agora pretende expandir consideravelmente suas operações petroquímicas, transformando-se em uma petrolífera integrada moderna, como a gigante americana Exxon Mobil.
O maior participante da indústria global de videogames está em rápido crescimento e, mesmo assim, tem passado praticamente despercebido até para os jogadores mais fanáticos.
O laboratório de pesquisa e desenvolvimento X, da Alphabet, se autodenomina uma “fábrica de viagens à lua”. Astro Teller, seu diretor-presidente, incentiva os funcionários, que vão de engenheiros a filósofos e músicos, a contribuir com o maior número possível de ideias ousadas.
O fundador da Amazon, Jeff Bezos, incomodado pelo fracasso da sua empresa em conquistar boa parte do mercado de massa chinês, deu um recado claro para seus executivos na Índia, durante uma visita que fez ao país em 2014: não deixem a mesma coisa acontecer aqui.
O diretor-presidente da montadora alemã, Matthias Müller, viu sua margem de manobra limitada pelo escândalo das fraudes nos testes de emissão de poluentes, que já custou cerca de US$ 20 bilhões à empresa e ainda pode custar mais.
A sofisticada cadeia de suprimentos de produtos eletrônicos e a imensa força de trabalho da Ásia são duas pedras no caminho da promessa do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de fazer com que as empresas americanas tragam para casa os empregos fabris.
Depois do lançamento do filme “Capitão América: O Soldado Invernal”, da Marvel, em 2014, os designers da Fiat Chrysler quiseram colocar as telas de computador futurísticas do filme em carros do mundo real.
Amplamente automatizada e cada vez menos dependente de mão de obra, a indústria americana ainda assim apresenta um paradoxo: embora sofisticada, ela não é tão de alta tecnologia.
A General Electric anunciou ontem que vai comprar duas “startups” de tecnologia que devem se juntar à sua unidade de software, num momento em que tenta convencer os investidores de que a área de software será tão importante para seu futuro quanto as máquinas.
Na corrida para cumprir as normas mais rígidas dos governos contra a emissão de gases do efeito estufa, as montadoras vão apresentar novos veículos alimentados por baterias durante o Salão do Automóvel de Los Angeles, que começa na sexta-feira. Porém, faltam compradores.
Após 20 anos de tentativas fracassadas de produzir carros elétricos, o novo automóvel da General Motors representa uma das maiores apostas da diretora-presidente Mary Barra na capacidade da empresa de estimular um mercado ainda não desenvolvido.
Esqueça a inteligência artificial. Esqueça a computação em nuvem. Os chats estão se tornando a espinha dorsal de muitas empresas, unindo tanto pessoas quanto múltiplos programas de software.
Após taxar a Apple em bilhões de euros, Comissão Europeia põe a mira na varejista on-line, que poderá se tornar um dos maiores alvos já investigados pela União Europeia, o que deve gerar centenas de milhões de euros em tributos para a empresa americana.
Em carta aberta ao presidente eleito, um grupo de diretores-presidentes incluindo os líderes da Boeing Co. e Procter & Gamble Co. manifestaram a necessidade urgente de se restaurar a fé na economia americana e nas instituições governamentais.
A vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos promete alívio para as mineradoras de carvão do país, um impulso para as empresas americanas de petróleo e mais incertezas para as petrolíferas ocidentais que planejam voltar ao Irã.
Um executivo da Rio Tinto foi suspenso e outro se demitiu em meio a uma investigação interna da mineradora anglo-australiana sobre supostos pagamentos de US$ 10,5 milhões feitos a um consultor em seu problemático projeto Simandou, na Guiné.
A Whirlpool e outras grandes empresas da manufatura estão reformulando o funcionamento do chão de fábrica em torno de “robôs colaborativos”, máquinas que vêm assumindo algumas das tarefas repetitivas dos operários, sem eliminar empregos.
Há quatro anos, os líderes empresariais torceram para que as eleições acabassem com o impasse que paralisou a formulação de políticas em Washington. Agora, muitos desses mesmos executivos veem um governo dividido, que mantenha esse impasse, como o cenário mais positivo para seus negócios.
Eis o cenário empresarial que espera o próximo presidente dos Estados Unidos: alta nos lucros impulsionada pelo aumento do emprego e dos gastos das empresas — porém mitigada pela falta de firmeza da recuperação econômica americana.
Os consumidores americanos que perderam as promoções da Black Friday no ano passado não precisam se preocupar. São boas as chances de que os mesmos itens estejam à venda de novo neste ano — e pelo mesmo preço.
A Samsung Electronics deverá incluir um recurso de inteligência artificial melhorado, similar à Siri da Apple, em seu próximo smartphone, o Galaxy S8, dizem pessoas a par do assunto.
Uma batalha entre a família que controla a Louis Dreyfus, uma das maiores comercializadoras de commodities agrícolas do mundo, e a presidente do conselho, Margarita Louis-Dreyfus, foi parar nos tribunais.
Um grupo de novas empresas está criando postos de trabalho na indústria automobilística americana, um setor que hoje parece muito diferente daquele que desabou durante a crise financeira.
Os esforços da Volkswagen para cortar custos em meio ao escândalo da fraude de emissões enfrentam um novo obstáculo na assembleia extraordinária de acionistas e representantes trabalhistas, marcada para hoje, em que um impasse sobre a reestruturação poderá ser resolvido.
O Google, gigante americano de internet, contra-atacou ontem as acusações da União Europeia de que abusa da posição dominante nos serviços de compras e de publicidade on-line, fortalecendo sua defesa contra os reguladores da UE.
Antes do termo “administração” ficar conhecido como uma indústria de bilhões de dólares com enorme influência sobre as práticas de negócios, sua reputação era tão ruim que um consultor de empresas na década de 30 tinha vergonha de contar à mãe sua verdadeira ocupação. Ele preferia dizer que trabalhava como pianista em um bordel.
O Goldman Sachs Group Inc. está copiando a cartilha da Apple Inc. Pela primeira vez, o banco americano de investimento está permitindo que os concorrentes vendam seus próprios produtos de investimento através de um aplicativo on-line do Goldman, segundo vários clientes e o próprio banco.
Os gastos da Apple com pesquisa e desenvolvimento da Apple representaram menos de 5% de sua receita total no último ano fiscal, o menor entre as de maiores empresas de tecnologia por valor de mercado.
Jeff Immelt, presidente da General Electric, disse que a compra da empresa de serviços de petróleo Baker Hughes Inc., um acordo de US$ 30 bilhões, vai ajudar o gigante industrial americano a resistir ao prolongado período de declínio na indústria petrolífera.
Num momento em que mudanças nos hábitos de consumo revolucionam o modo como as pessoas fazem compras e muitos dos gigantes corporativos buscam se reinventar, o líder da Procter & Gamble, David Taylor, evita falar de reinvenção.
As mineradoras globais enfrentam um dilema urgente diante do colapso prolongado dos preços das commodities: apostar firmemente em novos projetos antes que haja sinais claros de recuperação — ou esperar até que a alta nos preços ganhe força.
Se a compra da Time Warner pela AT&T for aprovada pelos reguladores, surgirá um conglomerado de telecomunicações líder de mercado, que supervisionará uma série de empresas de conteúdo nas quais ele tem pouca ou nenhuma experiência, incluindo redes de televisão e estúdios de cinema.
O mundo ao nosso redor logo será dominado por máquinas que afetarão nossos espaços de convivência, nossos corpos e nossa experiência com a luz e o som, alimentados por uma nova combinação de semicondutores e dispositivos miniaturizados. Tarefas básicas como carregar a bateria de um smartphone ou cozinhar um ovo — e complexas como identificar câncer de cólon ou abastecer drones em pleno voo em viagens longas — serão transformadas.
É verdade que as vendas de PCs, por unidade, caíram 8% ao longo dos últimos quatro trimestres na comparação ano a ano e estão 28% abaixo do pico de cinco anos, segundo a firma de pesquisa IDC. Ainda assim, quase 200 milhões de PCs foram vendidos no mundo este ano até agora.
A americana Qualcomm fechou acordo para comprar a holandesa NXP Semiconductors. A aquisição, avaliada em US$ 39 bilhões, dá à Qualcomm, que é mais conhecida por desenvolver chips para smartphones, o maior fornecedor de semicondutores para a indústria automobilística do mundo.
Para os executivos, os quase 70 anos de mortes de alpinistas na montanha mais alta do mundo são uma advertência: equipes corporativas podem prejudicar sua eficácia quando desprezam diferenças individuais importantes no grupo em favor da cooperação.
Uma análise ampla sendo conduzida pelos reguladores da concorrência na União Europeia está atrasando algumas das grandes fusões que prometem transformar o setor do agronegócio.
A holandesa Heineken, que durante muito tempo se conformou com a posição de terceira maior cervejaria do mundo, ocupa agora um distante segundo lugar e está se armando para enfrentar a gigante belgo-brasileira AB InBev, que ficou ainda mais colossal depois da compra da britânica SABMiller.
A Telefónica SA está batalhando para cortar bilhões de dólares em dívida e evitar um possível rebaixamento na sua nota de crédito que poderia deixar a classificação de risco da gigante de telecomunicações espanhola mais próxima do grau especulativo.
A astúcia empresarial de Pete Coors, vice-presidente do conselho da americana Molson Coors Brewing, levou a uma série de acordos para gde atingir que preservou a independência do negócio da família, ajudando-a a sobreviver à forte onda de consolidação que reduziu o campo de jogo a um punhado de empresas colossais.
A gigante alemã de siderurgia e engenharia Thyssenkrupp AG está negociando a venda de sua enorme usina brasileira, a Companhia Siderúrgica do Atlântico, para a Ternium SA, de Luxemburgo. Se concretizada, a transação pode ser o último passo da dissolução da fracassada incursão da empresa nas Américas, dizem pessoas a par do assunto.
Investidores há muito alimentavam esperanças de que o colapso dos preços do petróleo se resolveria à medida que produtores mais fracos quebrassem, estancando o excesso de oferta. Mas, apesar do aumento do número de pedidos de recuperação judicial do setor, seu impacto nos mercados do combustível é praticamente inexistente.
As montadoras tradicionais que estão na corrida contra as empresas do Vale do Silício para desenvolver veículos autônomos e elétricos enfrentam desafios tecnológicos mais imediatos com um componente essencial: a tela do painel.
A compra da Time Warner vai transformar a gigante americana das telecomunicações AT&T em um titã do setor de mídia. A empresa resultante da fusão combinará os milhões de assinantes de telefonia celular e televisão paga da AT&T com o vasto conteúdo de mídia da Time Warner.
A uns 20 quilômetros do extremo sudoeste da costa atlântica na África, uma máquina de vácuo de 285 toneladas operando a mais de 120 metros abaixo do nível do mar suga do fundo do oceano alguns dos diamantes mais valiosos do mundo.
Os jornais estão sofrendo uma queda acelerada na publicidade impressa, um mercado que já estava sob pressão, forçando algumas editoras a considerar cortes de custos significativos e mudanças drásticas em seus produtos impressos e digitais.
Conquistar um crescimento de vendas contínuo para agradar os investidores está se tornando cada vez mais difícil para os maiores fabricantes de produtos básicos de consumo do mundo.
O Facebook quer ser um grande shopping center para os seus 1,7 bilhão de usuários. No mês passado, a rede social começou a lançar nos Estados Unidos vários recursos criados para ajudar seus usuários a fazer compras.
Num momento em que a indústria automobilística se prepara para a ascensão dos veículos elétricos e autônomos, Mark Fields, o líder executivo da segunda maior montadora dos EUA, adotou uma nova visão: a “Two Fords” (Duas Fords), e está relançando a empresa como uma fabricante de carros e fornecedora de serviços de transporte.
A perspectiva de um aumento nos preços do petróleo está levando a indústria petrolífera global a retomar uma estratégia que ficou esquecida durante boa parte dos dois anos de declínio do setor: fazer novos investimentos.
Empresas e agências do governo — que vão do serviço de táxi via aplicativo Uber Technologies Inc. e a gigante dos cartões de crédito MasterCard Inc. até a Receita Estadual do Alabama — estão pedindo às pessoas que tirem selfies em seus smartphones como prova de identidade.
Doug Oberhelman, diretor-presidente da Caterpillar, apostou numa estratégia ousada de expandir a capacidade de produção durante os anos do boom das commodities. O ano de 2012 foi o auge para a Caterpillar, mas depois os preços das commodities começaram a cair. Agora, a firma está no quarto ano seguido de queda nas vendas.
À medida que o gosto do consumidor muda, a Cargill tenta transformar seu tamanho colossal em vantagem em vez de um obstáculo. Ela renovou a estrutura corporativa e a carteira de negócios, em resposta às preocupações dos consumidores em relação aos ingredientes dos alimentos e, ao mesmo tempo, está investindo para levar mais produtos da dieta ocidental para o mundo em desenvolvimento.
O McDonald’s não pode se dar ao luxo de ignorar as redes sociais. Hoje a empresa tem um grupo de funcionários que trabalha respondendo a tweets e analisando dados sobre o que é tendência nas redes sociais, uma prática que há muito tempo já é padrão na maioria das empresas de consumo.
Enquanto lida com as consequências da sua decisão de tirar de linha seu mais novo smartphone, a empresa está reaprendendo a lição recebida na Austrália: uma solução apressada para uma questão de segurança do consumidor pode prejudicar sua reputação por anos.
Empregadores estão encontrando novas formas de avaliar a adequação cultural dos candidatos às vagas que oferecem, à medida que procuram funcionários que se enquadrem no perfil da empresa desde o primeiro dia de trabalho. Mas o novo modelo, segundo críticos, pode abrir espaço para preconceito.
A revolução tecnológica criou as buscas do Google, os amigos do Facebook, os aplicativos do iPhone, as brigas do Twitter e as compras de quase tudo da Amazon, tudo em apenas 15 anos. Mas essa revolução não criou empregos no mesmo ritmo.
O agravamento da crise dos telefones celulares defeituosos da Samsung Electronics representa o primeiro teste de fogo para a liderança de Lee Jae-yong, apontado como possível herdeiro do conglomerado.
Novas pesquisas mostram que atingir o equilíbrio perfeito de poder e autoridade com gentileza e empatia é essencial. Se a linguagem corporal dos executivos transmitir sinais excessivos de poder, eles podem parecer distantes.
A Amazon está ampliando sua presença no setor de alimentos, com planos de lançar lojas físicas de conveniência assim como locais de coleta de encomendas, dizem pessoas a par do assunto.
O Airbnb anunciou no mês passado um programa que permite que os proprietários de apartamentos nos EUA fiquem com parte da receita de clientes do Airbnb que se hospedem em seus imóveis. O programa pode adicionar milhões de unidades ao inventário de imóveis para a locação de curto prazo do Airbnb.
A Samsung Electronics anunciou que está abandonando completamente a produção e venda de seus problemáticos smartphones Galaxy Note 7, cancelando um produto cujo recall global produziu grandes dores de cabeça para os consumidores e manchou a reputação da marca Samsung.
Leia também: Novos incidentes com Galaxy Note 7 agravam dores de cabeça da Samsung
A empresa sul-coreana anunciou que está suspendendo todas as vendas e trocas de seu problemático smartphone globalmente em meio a um número crescente de relatos de incêndios e superaquecimento dos aparelhos.
Os chefes deveriam tentar manter seus melhores funcionários? Para a grande maioria das empresas, a pergunta pode nem fazer sentido. Profissionais com desempenho estelar são considerados tão valiosos que os gestores deveriam fazer o impossível para mantê-los.
O atual problema do maior fabricante de hambúrgueres do mundo é que o seu lanche já não é bom o bastante. Só uma em cada cinco pessoas da geração do milênio, público-alvo do setor de fast-food, já experimentou o sanduíche símbolo do McDonald’s.
Snap está preparando uma oferta pública inicial de ações (IPO) que pode avaliar a popular empresa de mensagens virtuais em pelo menos US$ 25 bilhões, o que pode ser uma das maiores estreias em bolsas nos últimos anos.
A crescente dependência da indústria automobilística dos EUA de fábricas mexicanas tornou-se um tópico importante na campanha presidencial deste ano. Mas o consumidor americano está se despindo do preconceito com relação aos carros chineses, que agora estão começando a ser vendidos no país.
No primeiro aniversário do retorno de Jack Dorsey à liderança do Twitter, a rede social está cogitando ser vendida. Ela pode avaliar algumas ofertas que recebeu talvez ainda esta semana, feitas por empresas como a Salesforce, Walt Disney e a Alphabet, dona do Google, dizem fontes.
Na casa na montanha onde Pierre Paulin passou seus últimos anos, a família do designer de móveis está resgatando protótipos e rascunhos antigos para dar vida nova a obras primas negligenciadas do artista.
Christopher Mims
A primeira previsão sobre o carro da Apple é que, se a empresa for mesmo adiante em sua intenção de desenvolver um, estará entrando em um jogo duradouro, que pode facilmente se prolongar por décadas.
As características dos introvertidos, como reflexão crítica e foco, começam a ser mais valorizadas no mercado.
Legisladores, reguladores e fabricantes de veículos nos EUA estão discutindo os potenciais riscos e indicações de vulnerabilidades a hackers em carros conectados. Eles debatem também até em que grau a incapacidade de um veículo impedir um ataque cibernético constitui um defeito de segurança.
A Epson finalmente colocou um fim no terror dos cartuchos de tinta. As cinco novas impressoras da série EcoTank parecem modelos normais, mas elas possuem compartimentos que armazenam um enorme volume de tinta para anos de uso.
Companhias de diversos setores estão oferecendo a seus funcionários amenidades típicas das firmas do Vale do Silício.
Christopher Mims
Montanhas de dados nos dizem que, no total, o tempo gasto com os apps é o tempo que antes passávamos navegando na web. Estamos apaixonados pelos apps, e eles assumiram o controle.
A popularidade do iPhone e do iPad entre os funcionários está levando os gerentes de tecnologia a reescrever suas políticas e mudar padrões de compra. O iPhone substituiu o BlackBerry como o celular preferido e o iPad vem assumindo tarefas antes reservadas aos computadores.
Miguel Galuccio assumiu, dois anos atrás, a invejada posição de líder de uma grande petrolífera que controla uma das maiores e mais complexas reservas de petróleo e gás do mundo. Mas há um detalhe: o maior acionista da empresa é o governo populista da Argentina.
Enquanto explorava como é a vida no ambiente de trabalho moderno, ouvi pessoas reclamando constantemente não do trabalho, mas dos colegas. Mas nem todos os "perturbadores" — os tipos de personalidades que tornam o trabalho mais difícil de ser feito — prejudicam o ambiente ou mesmo a produtividade.
O "big data" é geralmente associado a firmas que já lidam com informações, como Google, Facebook e Amazon. Mas empresas de vários setores estão dando a ele uma função destacada em cada vez mais áreas das suas operações.
Muitos ex-executivos desfrutam de lucrativos contratos de consultoria nas suas antigas empresas. Os conselhos administrativos oferecem esses acordos para garantir que a transição da liderança seja suave, e evitar que um ex-executivo vá trabalhar para um concorrente ou entrar na justiça contra o ex-empregador.
O México está assumindo um papel central na produção de automóveis, numa época em que custos mais baixos e mão de obra qualificada estão reformulando o mercado automotivo mundial.
Grandes fabricantes estão apostando em possíveis sucessores do acabamento brilhante e luxuoso de eletrodomésticos, que teve uma longevidade surpreendente.
No troca-troca de responsabilidades na cúpula da Apple Inc. promovido pelo diretor-presidente da empresa, Tim Cook, o veterano Eddy Cue desponta como um dos grandes vitoriosos. Integrante da velha guarda da Apple, o executivo subiu na hierarquia como braço direito do cofundador Steve Jobs em áreas novas como e-commerce e mídia.
As grandes empresas chinesas de tecnologia de consumo dominam o mercado doméstico, mas vêm tendo dificuldades fora da China. Agora, numa tentativa de mudar esse quadro, elas estão invadindo o Brasil e outros mercados emergentes.
No decorrer dos próximos 20 anos, dirigir caminhões e outros veículos passará cada vez mais a ser tarefa das próprias máquinas. A tendência já está em curso na Austrália, onde uma mina de minério de ferro terá 45 caminhões autônomos da Caterpillar Inc.com capacidade para 240 toneladas cada.
Várias marcas americanas são líderes mundiais. Mas agora, depois de assistir a chamada Rainha das Cervejas cambalear por anos, a Anheuser-Busch InBev está tentando chegar onde nenhuma cervejaria foi até hoje — e criar a primeira grande marca global de cerveja.
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