Oi, gente!
Já estamos em 2019 e é tempo de fazer uma retrospectiva do ano e  reflexionar sobre seus acontecimentos, fatos e constatações... Compartilho um pouco sobre os meus dias de 2018. 
Ya estamos en 2019 y es tiempo de hacer una retrospectiva del año y reflexionar sobre sus acontecimientos, hechos y constataciones ... Comparto un poco sobre mis días de 2018.
Este ano foi de APRENDIZAGEM, a dura e sofrida aprendizagem... aprendi muito e muito. E sou daquelas que se não se aprende pelo amor, se aprende pela dor! Aprendi que há coisas e/ou pessoas que é melhor que se mantenham afastadas, que a boa convivência tem que ser sempre cultivada, que você precisa buscar seu espaço e sua forma única de ver a vida. Agradecer, sempre por tudo.. é realmente um bálsamo!!
Aprendi que vivendo longe da família, os amigos (verdadeiros) são peças importantes em sua vida. Conheci mais ainda meus limites, até onde posso ir. A vida é feita de ciclos e tem que fechar um, para começar um novo.  
Pude viver cada estação... conheci o verão mais quente de minha vida, com seus dias muitos longos, porém horríveis para dormir pois tarda muito para escurecer (quase às 22 horas).  Pude comprovar que o outono é minha estação preferida, com suas folhas laranjas, tempo ameno e um pouco de chuva, mas lindos cenários para fotos.
A primavera é um momento de renovação e tem um colorido que faz valer a pena deitar em qualquer parque, é lindo ver as cores em suas mais diversas formas;  
O inverno não é (tão) ruim assim, tem seu charme, com cada céu azul de tirar o fôlego... e que é tudo uma questão de adaptação, velas, sopas, aquecedor e muitas roupas. hahaha
O Natal é lindo (só falta a neve) e o sentimento é universal, a tradição é a mesma... compra de presentes, ruas cheias de pessoas, confraternizações, mensagens, doações etc. Já o ano novo, não tem muita graça por aqui (a não ser muito frio) não tem fogos, muito sem graça 👀
A saudade de casa, acontece, mas a vida diária e o corre corre, acaba que não tem muito tempo para senti-la. Então, aproveitei cada membro da família que passou por aqui de férias (Barcelona), para matar um pouco de cada momento perdido.
No campo afetivo, o ano foi perturbado, chorei muito, me iludi, me desesperei algumas vezes, me parti em pedaços, recolhi os cacos e segui em frente. Mas, também, conheci algumas pessoas incríveis!!
E por costume, pensei em desistir de tudo e voltar para minha terra, mas sempre me perguntava, o que  vou fazer no Brasil, que está mais lascado que tudo? Que todo mundo está buscando um lugar que dê as oportunidades que ele não dá? .....
Estou consciente que ainda há tantas coisas que ainda tenho que mudar, crescer e aprender, como a ser ainda mais independente, a me curtir e a me amar ainda mais.
Enfim, o ano foi pesado muitas vezes e poucas vezes foi leve, mas minha GRATIDÃO a tudo que passou, é gigante!! Agora é ver e aceitar o que virá em 2019. Aceito, Confio e Agradeço!!
Então, me diz que palavra definiu o seu ano de 2018?
Mil beijos e feliz Ano Novo!!

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Hola, pessoas bonitas!!
E vamos falar dessa nobre escritora, que foi a primeira mulher a trabalhar como jornalista no Le Figaró, teve que se disfarçar de homem para fazer aparecer na sociedade parisiense e foi uma das escritoras francesas mais populares do século 19, na época, mais famosa até que Victor Hugo.
Amantine Lucile Aurore Dupin, ficou mais conhecida pelo pseudônimo George Sand, inspirado do nome de Jules Sandeau, um dos seus amantes e com quem ela escreveu seu primeiro livro em conjunto, em 1831, e assinaram como “J. Sand”. 
No ano seguinte, para publicar seu primeiro livro independente, Indiana, Amantine passou a assinar e usar no dia a dia o nome George Sand.
Ela escreveu 60 livros e 25 peças de teatro ao longo de sua vida, além de duas autobiografias e mais de 40 mil cartas que foram compiladas e publicadas em 25 volumes. 
Na infância, filha de um nobre com uma “mulher comum”, teve a guarda disputada entre a avó e a mãe. Criada por muitos anos na propriedade da avó, em Nohant, teve uma educação bastante livre, com seu tutor a incentivando não só intelectualmente, como também seu comportamento desafiador: a vestir roupas masculinas para cavalgar e fazer atividades práticas, assim ela trouxe o costume para a vida adulta.
Enquanto as mulheres de sua mesma posição social vestiam-se com espartilhos, saias e anáguas, Sand preferia a simplicidade das calças e camisas, que também eram infinitamente mais baratas e práticas e ainda permitiam que ela viajasse com mais facilidade e entrasse em círculos da sociedade francesa que estaria proibida de conhecer se usasse um vestido.
Antes de iniciar sua carreira literária, Amadine, se casou com um barão aos 18 anos e teve dois filhos, Maurice e Solange – a menina provavelmente foi fruto de um caso extraconjugal. A união infeliz durou nove anos, quando ela anunciou para o esposo que estava o deixando, e também os filhos, para seguir a carreira de escritora (alguns anos mais tarde ela mandou buscar os filhos).
Em Paris, além de seu enorme talento e produção contínua, também circulava entre os principais locais artísticos da época e teve diversos casos amorosos com alguns dos escritores, músicos, pintores e poetas mais famosos da período, como Gustave Flaubert, o compositor Chopin, a atriz Marie Dorval e o poeta Alfred de Musset.
Com Chopin, ela viajou para Palma de Maiorca, na Espanha, levando também os dois filhos, para tratar da tuberculose do pianista, que acabou sendo uma grande desventura: foram expulsos da primeira casa que estiveram porque o dono ficou com medo da doença de Chopin. Depois, instalaram-se num belo prédio de um antigo convento, mas o mau tempo do inverno na ilha espanhola fez com que a saúde de Chopin piorasse. Partiram, ainda circulando por Barcelona e Marselha até voltarem para a propriedade de Sand em Nohant. Ali, viveram juntos de 1839 a 1846, onde Chopin compôs muitos trabalhos. 
A relação acabou por volta de 1845, quando a saúde de Chopin piorou muito e Sand publicou o livro Lucrezia Floriani, cujos protagonistas são uma atriz rica e um príncipe de saúde frágil, uma história com muitos paralelos com o romance da vida real. Os dois romperam de vez em 1847 e Sand foi uma notável ausência no funeral do compositor.
Por fim, seus livros, apesar de serem de ficção, falam muito das experiências da mulher, casamento, igualdade de gênero, amor, e claro, suas aventuras românticas e sexuais. Além da literatura e da vida social intensa, George Sand também era ativa na vida política: socialista, cronista e ativista na Revolução de 1848, que iniciou o período da Segunda República Francesa. 
Por mais que lutasse pela igualdade de gêneros, não era, na época, feminista. Ao mesmo tempo que quebrava o molde do que era esperado de uma mulher, também sabia exatamente exercer as habilidades esperadas pela sociedade: Ela pintava, bordava, fazia geleias e cuidava da vida doméstica: educou os filhos e esteve ativamente envolvida na vida dos netos.https://www.360meridianos.com/especial/george-sand-a-escritora-francesa-que-ousava-usar-calcas
Uma mulher à frente de seu tempo, não é verdade? Que nunca deixou de buscar seus sonhos e lutar por um lugar ao sol.
Beijos e até a próxima!

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Olá, meus amores!
Novembro acabou e Dezembro chegou... Nossa, o ano passou voando! Assisti poucos filmes este mês, tenho que dizer, mas os poucos foram ótimos! hahah Muita ação, comédia e romance, claro! Sentem-se e fiquem à vontade!!
¡El Noviembre terminó y el diciembre llegó ... ¡Nuestra, el año pasó volando! La verdad es que no hay nada que hacer. hahah Mucha acción, comedia y romance, claro! ¡Siéntanse y queden a gusto!

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Olá, amores de minha vida!
Os cabideiros são mais do que abrigar roupas e pendurar bolsas, além de ajudar na organização da casa, são usados para quem não possuem pouco espaço em casa e nos armários, é uma peça que pode ser usada para decorar os ambientes com estilo e alegria. Vamos a elas?
Los caballetes tienen varias funciones, más que colgar ropa y bolsos, ayudar en la organización de la casa o para tienen poco espacio en casa y en los armarios, es una pieza que puede ser usada para decorar los ambientes con estilo y alegría. ¿Vamos a ellas?
Decor, Cabideiros, Moda

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