Pedro Moreira Nt (1959) was born in Cianorte, Paraná State, south Brazil, always a writer since child. He likes make this, specially poetical prose, plays, contemporary tales, short history, romance narrative. The personal activities are approach for theatre, general art, education sciences, group dynamics, works in Social Community Pedagogy, Community Psychology.
His first short story was awarded Lirio (lyre), won the Blue Magpie Award for children's play "The tree of time," and was a finalist in writer play for child concours with the play "The Boat - the sea and soul" piece of animated forms. Published a small collection of stories as self publish: "Crossing", "The love of us" and "Birds" until 2012, the novel "Rose" in 2014.
Live in Curitiba City and has worked with culture and art.
Viver com uma pessoa tão incomum me faz entender o privilégio de compartilhar o seu trabalho criativo. Relendo seus livros "Denso", "Travessia" (Crossing), "O Animal preso do silencio" (The Animal Captive of the Silence), "Trem para lugar algum" (Train for nothing place) como os deliciosos livros infantis "Lírio" (Lily), "O Peixinho do Pantanal", "Vespa", "Atrás da Lua" (Behind Moon) Alguns trabalhos entre mais de 500 que estão no sumidouro de seus "guardados".
Busquei influencia-lo em mostrar o seu lado mais sensível, de uma espiritualidade diferente.
Parece ter da vida um grandioso 'seguir sempre' a partir de um presente infinito em construto interno, vibrante com certeza.
(Maria Sara)
When did you first start writing?
Comecei a escrever um texto próprio por volta de 10 anos de idade quando meu pai me pediu para realizar uma redação para o Natal. Ele gostou, depois de ter reescrito várias vezes. O segundo momento de publicação no jornal da cidade foi sobre a cidade onde vivi minha infância, Cianorte, PR. Depois eu realizei um jornal no colégio, queria que fosse universal que abarcasse o sentido de ser estudante, lembro disso porque o nome Jornal Estudantil. Lembro que fazia as redações no colégio e diziam que aquilo não era de minha autoria, algum adulto estava atrás das minhas palavras. Acabei realizando entrevista com o prefeito, fiz colunas de piadas, poemas, e exigi que meu pai datilografasse para mim, e que meu irmão mais velho desenhasse o logotipo como exigi. Era um boneco que aparecia a cabeça e as mãos envolto em um jornal. Esse jornal, que teve duas ou três publicações, coloquei nome de amigos da escola como sócios para que pudesse dar certo valor ao projeto a fim de não ficar uma coisa inventada para ninguém. Foi apenas diversão. Voltei a escrever para jornal depois de bem adulto em Curitiba, nos anos 90. Chamava-se Contos Crônicos, uma literatura entre surrealismo e comicidade trágica. Acho que é isso, comecei cedo e recomecei tarde.
What's the story behind your latest book?
O último livro publicado em Smashwords é um livro que ficou guardado. Um último que em verdade é um dos primeiros.
Queria tratar da relação do menino com a família, quando se descobre que se tem quem nos cuide. A figura é uma metáfora de vento, vento que leva e que faz as ondas, que carrega as montanhas como uma fé presente na humanidade. E que é isso que se busca valorizar. Eu achei que o nome Primeiro Encontro com o Vento faria a relação de um crescimento humano, de sair da classe protegida de grupos sociais estruturados para um mundo aéreo, de vento que nos leva, e que é por isso que se busca maior estruturação de valores éticos, de responsabilidade social para se tornar verdadeiramente humano.
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