Ideias da comunidade
Morning Call - 19/05/2026 - Nasdaq cai antes da NvidiaAgenda de Indicadores:
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Vendas Pendentes de Moradias
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — registram perdas nesta terça-feira, enquanto os rendimentos dos títulos americanos e o dólar avançam, refletindo uma postura mais cautelosa diante das incertezas geopolíticas e da expectativa pelos resultados da Nvidia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ontem que suspendeu um possível ataque contra o Irã para abrir espaço para negociações de um acordo de paz, depois que Teerã enviou uma nova proposta a Washington para encerrar a guerra.
Trump acrescentou posteriormente que existe uma “grande chance” de um acordo ser alcançado, capaz de impedir que o Irã desenvolva armas nucleares.
Apesar disso, o mercado continua demonstrando ceticismo quanto à evolução das negociações, especialmente após o ataque com drones ocorrido no fim de semana nos Emirados Árabes Unidos, que reacendeu os temores sobre segurança energética e estabilidade no Estreito de Ormuz.
Segundo Fabien Yip: “Já vimos muita discussão nesse sentido. Até que vejamos ações concretas acontecendo no Estreito de Ormuz, com navios passando em segurança e um aumento significativo no tráfego marítimo, acredito que o mercado em geral irá ignorar os comentários de ambos os lados.”
O petróleo segue sustentado em níveis elevados, mantendo pressão sobre inflação, juros e rendimentos globais.
Ao mesmo tempo, o foco do mercado também se volta para o setor de tecnologia, especialmente para os resultados da NVIDIA, que serão divulgados amanhã após o fechamento do mercado.
As expectativas seguem extremamente elevadas para a empresa, considerada hoje a principal referência global do ciclo de inteligência artificial.
Segundo Richard Reyle: “Os resultados da Nvidia são o teste definitivo para um mercado de ações que não só está sendo negociado em níveis recordes, como também teve uma recuperação impressionante após as mínimas de março. A Nvidia é a referência do mercado para tudo relacionado à IA e os ganhos desse mercado foram impulsionados em grande parte pela inteligência artificial nos últimos anos.”
A combinação entre juros elevados, petróleo pressionado e valuations esticados no setor de tecnologia aumenta a sensibilidade do mercado aos resultados corporativos desta semana, especialmente no segmento de semicondutores e infraestrutura de IA.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta moderada nesta terça-feira, com os traders demonstrando maior apetite por risco diante da expectativa de que a guerra no Oriente Médio possa caminhar para uma resolução diplomática nas próximas semanas.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,6%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, lidera os ganhos regionais com alta de 1,4%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, sobe aproximadamente 0,5%.
Apesar da recuperação recente, as ações europeias continuam ficando atrás de seus pares americanos e globais desde o início do conflito, pressionadas principalmente pela maior dependência energética da região, em contraste com o forte impulso vindo do setor de inteligência artificial nos Estados Unidos.
Além do cenário geopolítico, os mercados seguem monitorando a forte abertura das curvas de juros globais, com os traders já precificando pelo menos dois aumentos de juros por parte do Banco Central Europeu até o final do ano.
Segundo Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global: “Não esperamos que os rendimentos mais elevados comprometam as perspectivas positivas, enquanto o crescimento se mantiver resiliente. Embora taxas de juros potencialmente mais altas possam reduzir o consumo marginalmente, é improvável que prejudiquem os gastos governamentais e corporativos de longo prazo, que sustentam o crescimento e os lucros das empresas.”
Entre os setores, a tecnologia lidera os ganhos na região, impulsionada pelo forte desempenho das empresas ligadas a software e digitalização industrial.
As ações da Lagercrantz Group dispararam 8,2% após resultados trimestrais acima das expectativas. Já os papéis da SAP e da Dassault Systèmes avançam 5,3% e 3,5%, respectivamente.
O setor de defesa também se destaca entre os maiores ganhos, refletindo a continuidade dos investimentos militares europeus em meio às tensões geopolíticas globais. As ações da Saab AB sobem 5,3% após o anúncio de que a Suécia comprará fragatas da França em um acordo superior a US$ 4 bilhões. Na Alemanha, Hensoldt e Rheinmetall avançam 7% e 4,6%, respectivamente.
Os setores industrial e bancário também contribuem para o movimento positivo dos índices, com altas de 1,2% e 0,5%, respectivamente.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única nesta madrugada, enquanto os traders continuam avaliando os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio e os impactos da alta dos preços do petróleo sobre inflação, crescimento econômico e política monetária global.
No campo positivo, os principais índices da China continental, de Hong Kong e da Austrália — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e ASX 200 ASX:XJO — avançaram entre 0,3% e 1,2%, sustentados principalmente por ações ligadas a commodities, energia e estímulos domésticos.
Na ponta oposta, os mercados mais expostos ao setor de tecnologia registraram desempenho negativo. O índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, recuou 0,4%, enquanto o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, caiu 2,2%. Já o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, liderou as perdas da região, com baixa de 3,3%.
No cenário macroeconômico, o destaque ficou para o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão, que apresentou crescimento anualizado de 2,1%, superando tanto a expectativa mediana do mercado, de 1,7%, quanto a leitura revisada do trimestre anterior, de 0,8%.
O resultado marcou o segundo trimestre consecutivo de expansão da quarta maior economia do mundo e reforçou a percepção de maior resiliência da atividade japonesa mesmo diante do ambiente externo mais adverso.
Segundo os dados divulgados, o crescimento foi sustentado principalmente pela força das exportações, com a demanda externa líquida adicionando 0,3 ponto percentual ao PIB.
O consumo privado e os investimentos corporativos também apresentaram crescimento de 0,3% na comparação trimestral, sugerindo que os lucros robustos das empresas e os aumentos salariais continuam sustentando a recuperação doméstica japonesa.
Apesar do dado positivo, o mercado japonês permaneceu pressionado pela alta global dos rendimentos dos títulos e pela perspectiva de continuidade do aperto monetário por parte do Banco do Japão (BoJ), especialmente após recentes sinalizações mais agressivas de membros do banco central.
A realização de lucros no setor de tecnologia e semicondutores também contribuiu para a fraqueza dos mercados de Taiwan e Coreia do Sul, após a forte valorização acumulada nas últimas semanas impulsionada pelo ciclo de inteligência artificial.
Geopolítica e rendimentos influenciam o ouroNo dia 19 de maio, o ouro à vista continuou a subir no início do mercado asiático, subindo 0,5% até perto de 4588. O metal precioso subiu 0,7% no dia anterior com o dólar mais fraco, mas a forte alta do petróleo e os rendimentos recordes dos títulos americanos limitaram seu avanço.
O índice do dólar recuou levemente e deu suporte ao ouro. Porém, a alta dos rendimentos elevou o custo de manter o ativo, fazendo investidores preferir ativos com juros. Expectativas de alta de juros do Fed reduziram ainda mais seu espaço de subida.
A situação no Oriente Médio segue instável. Mesmo com a pausa de ataques para negociações de paz, riscos de abastecimento permanecem. O cenário geopolítico misto gerou tensões no mercado de energia e enfraqueceu temporariamente a demanda pelo ouro como ativo seguro.
No curto prazo, o ouro segue sob pressão dos preços altos do petróleo e dos juros elevados, oscilando entre 4500 e 4600. Mantém valor de longo prazo como proteção contra inflação.
Sugestão de negociação: vender abaixo de 4600, comprar acima de 4500. Acompanhe mudanças de política do Fed, variações do petróleo e notícias geopolíticas para direcionar operações.
Morning Call - 18/05/2026 - Petróleo Pressiona os JurosAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:00 – BRA – IBC-Br
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam sem direção definida nesta segunda-feira, enquanto novos ataques com drones no Golfo Pérsico elevam os preços do petróleo e pressionam os rendimentos dos títulos globais, reacendendo preocupações com inflação justamente em uma semana decisiva para o setor de tecnologia, liderada pelos aguardados resultados da NVIDIA.
No campo geopolítico, um ataque com drone provocou incêndio em uma usina nuclear nos Emirados Árabes Unidos, enquanto a Saudi Arabia informou ter interceptado três drones adicionais. O presidente Donald Trump voltou a pressionar o Irã, afirmando que Teerã precisa agir “rapidamente” para alcançar um acordo.
Segundo George Lagarias: “Neste momento, os mercados estão em pânico, pois estão precificando a possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer fechado.”
O petróleo Brent chegou a ultrapassar US$ 114 por barril, enquanto o WTI avançou acima de US$ 104 no mercado à vista.
Os ministros das Finanças do G7 se reúnem nesta segunda-feira para discutir os impactos do fechamento do Estreito de Ormuz e questões ligadas ao fornecimento de matérias-primas estratégicas, embora as divergências geopolíticas dentro do bloco ameacem limitar consensos.
O mercado de títulos também segue sob forte pressão. O rendimento do Treasury americano de 10 anos alcançou 4,63%, o maior nível em cerca de 15 meses, após avançar 23 pontos-base na semana passada. Já o rendimento do título de 30 anos atingiu 5,16%.
A alta das taxas aumenta os custos de financiamento e reduz o valor presente dos lucros futuros, o que tende a pressionar especialmente empresas de crescimento e tecnologia.
Ainda assim, parte do mercado acredita que o movimento nos juros pode gerar apenas uma realização moderada de lucros nas ações.
Lagarias afirmou que: “Isso pode servir como desculpa para alguns investidores realizarem ganhos, mas seria surpreendente ver uma correção profunda causada apenas pela volatilidade dos títulos.”
Nesta semana, o foco principal dos investidores estará nos resultados da Nvidia, programados para quarta-feira.
As ações da companhia acumulam alta de aproximadamente 36% desde as mínimas de março, enquanto o índice de semicondutores da Filadélfia já disparou mais de 60%, sustentado pela intensa demanda por chips ligados à inteligência artificial.
Os traders também acompanharão os balanços de grandes varejistas americanos, liderados pela Walmart, em busca de sinais sobre o comportamento do consumidor diante dos preços mais elevados da energia.
No mercado cambial, o movimento de aversão ao risco segue favorecendo o dólar americano, impulsionado pela sua liquidez global e pelo fato de os Estados Unidos serem atualmente exportadores líquidos de energia — situação que oferece vantagem relativa frente à Europa e grande parte da Ásia.
O euro permaneceu próximo de US$ 1,16 após queda de 1,4% na semana passada, enquanto a libra esterlina se manteve ao redor de US$ 1,33, depois de recuar mais de 2% diante da instabilidade política no Reino Unido e da pressão crescente sobre os títulos britânicos.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, refletindo a persistência das preocupações com a inflação global e a ausência de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra que já dura três meses.
A pressão sobre os mercados se intensificou após os dados recentes de inflação divulgados nos EUA, Alemanha, China e Japão reforçarem o temor de que os principais bancos centrais mantenham uma postura mais restritiva por mais tempo, impulsionando os rendimentos dos títulos globais e pressionando os ativos de risco.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 0,5%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, consegue se manter próximo da estabilidade, com leve alta de 0,1%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, avança aproximadamente 0,2%.
Segundo Michele Morganti: “No curto prazo, mantemos uma posição neutra em relação às ações europeias. Elas ainda apresentam riscos em comparação com as ações americanas devido à força dos lucros e ao impacto do setor energético.”
“Esses dois motores, o Irã e os investimentos em IA, estão impulsionando a inflação, e as taxas de juros de 10 anos estão disparando. Isso representa mais um fator negativo para o risco.”
No campo monetário, Joachim Nagel, do Banco Central da Alemanha, afirmou que os bancos centrais ainda poderiam fazer “muito mais” para apoiar os mercados financeiros e restaurar a confiança nos ativos europeus.
Apesar disso, os mercados seguem precificando mais de dois aumentos de juros por parte do European Central Bank até o fim do ano, com a primeira alta sendo amplamente esperada já para junho.
Entre os setores, o segmento de viagens lidera as perdas, recuando 1,6%, pressionado pela alta dos custos energéticos e pelas preocupações com o consumo.
As ações da Ryanair, Lufthansa e easyJet caem entre 2% e 3%. A Ryanair alertou que a ansiedade dos consumidores em meio ao cenário geopolítico pode comprometer o crescimento esperado para o pico da temporada de verão europeu.
Os setores bancário e industrial também pressionam os índices, recuando 0,8% e 0,6%, respectivamente.
As empresas do setor de luxo seguem sob forte pressão, refletindo preocupações com desaceleração global e menor demanda do consumidor chinês. As ações da LVMH, Christian Dior e Kering recuam cerca de 2% cada.
No mercado de renda fixa, o rendimento dos títulos alemães de 10 anos atingiu o maior nível em aproximadamente 15 anos, reforçando o movimento global de abertura das curvas de juros diante da persistência inflacionária e das tensões geopolíticas.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em queda nesta madrugada, com os investidores adotando uma postura mais defensiva diante da forte alta dos rendimentos dos títulos globais e das crescentes preocupações com a desaceleração econômica na China.
Os principais índices da China continental e de Hong Kong — SSE:000001 , SZSE:399001 , FTSE:XIN9 e HSI:HSI — recuaram entre 0,1% e 1,1%, pressionados principalmente pela deterioração dos dados econômicos chineses.
Os números divulgados nesta madrugada reforçaram os sinais de perda de tração da economia chinesa em abril. O setor imobiliário segue como um dos principais focos de preocupação, com os preços dos imóveis acumulando queda de 3,5% nos últimos 12 meses, aproximando-se de três anos consecutivos de contração.
Na atividade econômica, a produção industrial desacelerou para 4,1% na comparação anual, abaixo dos 5,7% registrados em março e distante da expectativa de crescimento de 5,9%. O resultado representa o ritmo mais fraco desde julho de 2023.
O consumo também mostrou forte enfraquecimento. As vendas no varejo avançaram apenas 0,2% em abril, desacelerando significativamente frente ao ganho de 1,7% no mês anterior e registrando o pior desempenho desde dezembro de 2022. O dado ficou muito abaixo das projeções do mercado, que apontavam crescimento próximo de 2%.
Por outro lado, a taxa de desemprego nacional apresentou leve melhora, recuando de 5,4% para 5,2%.
Em outras praças asiáticas, o índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, caiu 0,3%, enquanto o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, encerrou em baixa de 0,7%. Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO registrou a maior queda da região, recuando 1,5%.
A exceção positiva foi a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI avançou 0,3%, sustentado principalmente pelas ações da Samsung Electronics, que dispararam 3,9% após um tribunal conceder uma liminar parcial contra a greve sindical.
A Samsung e o sindicato retomam as negociações amanhã, em uma tentativa de evitar a maior greve da história da empresa, que poderia envolver mais de 45 mil trabalhadores e gerar impactos relevantes sobre a economia sul-coreana e as cadeias globais de semicondutores.
A paralisação de 18 dias prevista para começar na quinta-feira ocorre em um momento extremamente sensível para a indústria global de chips, diante da escassez de memória utilizada em data centers de IA, smartphones e notebooks — cenário que impulsionou fortemente os lucros da Samsung e de outras fabricantes do setor nos últimos meses.
Ouro mantém-se estável com investidores atentos ao Irão
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de terça-feira, mas continuam muito próximos dos níveis registados no arranque da semana. Este intervalo estreito de negociação reflete as forças opostas que estão atualmente a moldar a evolução do preço do metal precioso. Por um lado, as expectativas de uma Reserva Federal mais agressiva, impulsionadas pelos receios inflacionistas resultantes de um impasse prolongado no Golfo Pérsico, estão a fortalecer o dólar e a sustentar juros obrigacionistas mais elevados, pressionando o metal precioso. Por outro lado, recentes declarações do presidente norte-americano apontam para uma vontade de alcançar um acordo com o Irão, alimentando esperanças de um entendimento que permita a normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. Este cenário retiraria de cima da mesa o pior cenário para a inflação, podendo enfraquecer o dólar e apoiar os preços do ouro. Neste contexto, é expectável que os preços do ouro permaneçam próximos dos níveis atuais no curto prazo, enquanto os investidores acompanham atentamente quaisquer desenvolvimentos suscetíveis de influenciar o impasse entre os Estados Unidos e o Irão e alterar as expectativas relativamente à política monetária da Reserva Federal, com impacto subsequente nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista– ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
USDJPY e os Bancos CentraisNesta operação vou entrar com uma posição longa.
Nesta ideia foi utilizada a análise gráfica deste par e seguindo as últimas declarações relacionadas com a política monetária das moedas de cada país.
O estudo utilizado neste par foi mais ligado a postura de que cada banco central está a idealizar, do que pela analise gráfica.
A analise gráfica realizada para este par foi mais simples pois o par tem vindo a realizar um bullish há algum tempo.
Passando para a postura dos bancos centrais, o FED está com uma postura hawkish atualmente e existe a possibilidade de mais tarde passar para uma postura dovish, mas e como subiu o CPI, penso que essa passagem para o dovish vai levar algum tempo.
Quanto ao BOJ e apesar de estar com uma postura hawkish também, vou manter a valorização do USD contra a valorização do JPY.
Foi realizada também uma análise fundamentalista e que deve ser feita ao longo do tempo, para que sejam acompanhados todos os dados que vão saindo relacionados com os pares que estão a ser analisados.
Aviso Legal:
Conteúdo informativo, sem recomendações. O autor não se responsabiliza por decisões tomadas com base neste perfil. Consulte um profissional antes de investir.
Comentário Técnico Semanal 17/05/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Rebote sob pressão, tendência predominante de baixaO mercado segue com cenário geral fraco. Após fortes quedas anteriores, haverá uma leve recuperação corretiva no início da segunda-feira, porém o movimento de alta é limitado e não representa reversão de tendência. A principal tendência de baixa permanece intacta.
O dólar americano e os rendimentos dos títulos norte-americanos continuam em alta, reduzindo as expectativas de cortes de juros. Somado à baixa demanda por ouro físico, faltam forças para elevar os preços, que seguem sob pressão de queda.
No gráfico técnico, todas as médias móveis estão direcionadas para baixo, confirmando claramente a tendência baixista. A resistência principal fica entre 4580 e 4600, onde os preços tendem a parar e recuar. O suporte primário está na marca de 4500. Romper esse nível ampliará a pressão vendedora e levará os preços a cair ainda mais.
Estratégia de operação: vender nos rebotes
Entrada vendida entre 4570 e 4590
Stop loss acima de 4610
Alvos de lucro: 4540 → 4530 → 4500
Inflação regressa ao centro das atenções
O S&P 500 negoceia perto dos 7.400 pontos, depois de ter encerrado a semana passada com um tom mais defensivo. A subida do petróleo e das yields voltou a alimentar receios de uma inflação mais persistente, num momento em que as avaliações já refletem um cenário relativamente otimista. Depois dos dados mais recentes terem moderado as expectativas sobre a inflação e sobre possíveis cortes de juros pela Fed, os investidores estão agora focados na evolução no Estreito de Ormuz. A tensão naquela região tornou-se um fator central para os mercados, dado o seu impacto direto no preço do petróleo e, por consequência, nas expectativas de inflação. O Brent superou os 110 dólares por barril após novos sinais de instabilidade no Golfo. Esse movimento reforça o risco de pressões inflacionistas adicionais, reduz a margem de atuação da Fed e cria um ambiente menos favorável para as ações, sobretudo se as yields continuarem a subir. Esta semana será importante para perceber se o mercado mantém a confiança na narrativa de desinflação ou se começa a descontar maior pressão sobre os preços. Entre os principais dados dos EUA a acompanhar estão as minutas da última reunião da Fed, os pedidos semanais de subsídio de desemprego, os dados do mercado imobiliário e os PMI preliminares de maio. Em resumo, o bull market continua sustentado pelos resultados das empresas e pela tecnologia, mas enfrenta agora um teste mais difícil. Se as tensões em Ormuz acalmarem e o petróleo recuar, o S&P 500 poderá estabilizar. Se o crude continuar a subir, os investidores deverão voltar a concentrar-se na inflação e nas yields.
Henrique Valente – ActivTrades
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Os 3 eventos que podem influenciar os índices esta semanaOs índices bolsistas globais iniciam a semana com vários eventos importantes que suscitam preocupação:
• a resposta do G7 ao encerramento do Estreito de Ormuz,
• os resultados financeiros da Nvidia na quarta-feira,
• e a pressão sobre as ações do setor tecnológico coreano.
Estes eventos surgem num momento delicado para as ações. O S&P 500 e o Nasdaq atingiram novos máximos históricos na semana passada, enquanto o Dow recuperou brevemente o nível dos 50 000 pontos.
Na Ásia, o Índice Hang Seng recuou significativamente na sexta-feira, à medida que o entusiasmo dos investidores em torno da cimeira Trump-Xi esmoreceu durante a sessão da tarde. A cimeira do G7 desta semana poderá reacender o entusiasmo e ajudar os investidores a começar a descontar um risco geopolítico mais baixo.
O índice de referência sul-coreano Kospi também está sob imensa pressão, recuando de um novo recorde à medida que crescem as preocupações em torno do risco de concentração. A Samsung e a SK Hynix representam agora, em conjunto, um recorde de 42,2% do índice. As ações da Samsung caíram 8,6% na sexta-feira, depois de o sindicato dos seus trabalhadores ter anunciado que iria avançar com uma greve planeada de 18 dias a partir de 21 de maio. No entanto, o governo coreano poderá procurar intervir para evitar a greve, dado o papel da Samsung Electronics como o maior empregador do país e a potencial perturbação que uma greve prolongada poderia causar à economia em geral.
WDO 15m - Míni DólarContexto: A semana passada foi caracterizada inicialmente por movimentos laterais, seguida por uma expressiva Inversão de Padrão na característica de movimentação do ativo do meio da semana em diante. As regiões mapeadas no panorama anterior foram cirurgicamente atingidas, validando excelentes oportunidades de entrada e encerramento de posições.
Lógica: O forte deslocamento deixou um rastro estrutural aberto. Para esta semana, o cenário provável indica um movimento de correção para buscar o patamar de 5.020,0, que representa exatamente os 50% do vácuo de ordens (equilíbrio) da Ineficiência de Preço existente.
Zonas de Interesse: O nível de 5.020,0 é o alvo magnético principal de retração. No entanto, o gatilho que valida essa busca depende diretamente da confirmação do rompimento e sustentação acima de 5.064,0. Esta região de ineficiência é o ponto crucial para monitorarmos a atividade institucional.
Risco: A falha em romper os 5.064,0 anula a expectativa de correção imediata, mantendo o ativo sob o domínio do fluxo anterior e vulnerável a testes nas zonas de liquidez inferiores.
EUR/USD: Análise de Recuperação e Possível Continuação Altista O par EASYMARKETS:EURUSD no gráfico de 1 hora está sendo negociado próximo de 1,16101, após formar um fundo e iniciar uma recuperação. O preço mostra sinais de mudança de estrutura no curto prazo, com impulsos altistas e possível continuação da alta após consolidação.
📈 Análise Técnica:
🔹 Recuperação Estrutural: Após tocar uma região de Weak Low, o preço formou um impulso de alta com Higher Lows, rompendo resistências locais.
🔹 Estrutura: Movimentos numerados (1-2-3-4-5) indicam possível onda corretiva finalizada e início de nova perna altista.
🔹 Resistência: 1,16209 (próxima) e 1,16354 (alvo mais relevante).
🔹 Suporte: 1,16000 (nível psicológico) e 1,15800 (suporte mais forte).
🔹 Momentum: RSI saindo da zona neutra para altista, com MACD mostrando cruzamento positivo.
🔹 Volume: Aumento de compradores nos candles verdes recentes, especialmente na recuperação da mínima.
Gatilho: FVG (Fair Value GAP)
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentar acima de 1,16100 e romper 1,16209 pode levar o preço rapidamente para 1,16354 e 1,16530.
⚠️ Baixista: Rejeição em 1,16209 e perda de 1,16000 abre espaço para correção em direção a 1,15800.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje podem influenciar a força do dólar.
🔹 Zona do Euro: Indicadores econômicos podem dar suporte ao euro caso venham melhores que o esperado.
🔹 Sentimento Global: Ambiente de risco-on favorece recuperação do EUR/USD.
🚨EUR/USD a 1,16101 mostra recuperação após fundo, com estrutura altista no curto prazo. O viés é positivo enquanto se mantiver acima de 1,16000, com alvo inicial em 1,16209 e extensão para 1,16354. Monitore volume e reação na resistência de 1,16200. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Alcista para este ativoO mercado equilibrou o movimento alcista que tinha começado no dia 12 de fevereiro e criou o alto no dia 30 de Abril.
Após negociar abaixo dos 50% deixou deixou uma ineficiência em 4h formada na quinta dia 14 de Maio. Nesta ineficiência está o meu interesse para que se forme um setup.
O ouro está a consolidar-se, aproximando-se de um ponto crítico:O ouro está a consolidar-se, aproximando-se de um ponto crítico: a paciência é mais valiosa do que o próprio ouro.
O mercado nunca fica sem oportunidades; o que lhe falta é uma estratégia clara e um ritmo constante.
O movimento do mercado esta noite foi muito «bem comportado» — tão bem comportado que quase induziu o sono, mas esta é precisamente a calmaria antes da tempestade.
Comecemos pelo panorama geral: a história da prata é atraente, mas o ouro é atualmente o líder.
Recentemente, muitos amigos perguntaram-me: as instituições dizem que a prata é o verdadeiro oceano azul e que um novo máximo histórico de 120 dólares não é um sonho.
Concordo com esta lógica de longo prazo — a elevada elasticidade da prata, o défice estrutural da oferta e a procura industrial de energia verde conferem-lhe o potencial para um crescimento explosivo. Mas não se esqueça, a prata nunca foi a "líder" do mercado. Ela é imprevisível; precisa de esperar que o ouro atinja um novo máximo histórico antes de o acompanhar com uma inclinação mais acentuada.
Quais são as preocupações mais realistas neste momento? Expectativas de estagflação sob a sombra da crise petrolífera, abrandamento do progresso na energia verde e a possibilidade de a procura industrial ser ofuscada pela procura de activos de refúgio... estas incertezas tornarão os movimentos da prata extremamente voláteis.
Por isso, a minha posição é clara: o ouro é o lastro, a prata é o acelerador. Vamos ver como o ouro recupera da sua situação atual antes de discutirmos a alta da prata.
Análise de Mercado: O padrão de negociação lateral está consolidado e os falsos rompimentos são o tema principal.
O mercado atual entrou numa faixa de negociação fixa perfeita:
Zona de Resistência Superior: Testada repetidamente sem rutura, o teto de alta de curto prazo é claramente visível. Cada vez que o preço sobe para este nível, é como bater num teto de vidro – doloroso e forçado a recuar.
Zona de suporte inferior: Estabilizando repetidamente e subindo silenciosamente, os ursos não conseguem empurrar o preço para baixo aqui, como acontece com o algodão.
O sistema de médias móveis está a convergir e a achatar gradualmente, e as Bandas de Bollinger estão a estreitar continuamente – isto já não é uma "direção incerta", mas sim um equilíbrio completo entre o ímpeto de alta e de baixa, e o mercado entrou num período de vácuo de informação.
Sem grandes riscos geopolíticos ou mudanças inesperadas na política da Fed, os fundos estão simplesmente a eliminar repetidamente os investidores fracos e a lucrar ao perseguir o mercado dentro da gama de preços.
Ponto-chave: Nesta fase, mais de 90% dos movimentos aparentemente de rutura são falsos rompimentos. Não se entusiasme e não tente acompanhar o mercado; fazer isso só alimentará os grandes investidores.
Linguagem dos Candlesticks: Corpo a estreitar, sombras entrelaçadas – O mercado aguarda um sinal
Observando o gráfico dos candlesticks nos últimos dias, o mercado tem-se comportado de forma muito "bem comportada":
O corpo do candlestick tem estreitado consistentemente.
As sombras superior e inferior testam repetidamente os limites.
As máximas encontram resistência e recuos, e os recuos são seguidos de recuperações. Não se trata de fraqueza nem de força, mas sim de um estado de equilíbrio extremo. O mercado aguarda a divulgação de dados ou um acontecimento importante para quebrar o impasse. Antes disso, qualquer movimento impulsivo e unilateral revelar-se-á errado.
A minha estratégia de negociação: Venda a descoberto no limite superior da gama de preços, não apostando na direção, mas em padrões.
Com base na análise acima, a minha estratégia para hoje é clara: respeitar a gama de preços, short-selling no limite superior, definir ordens de stop-loss e manter uma postura equilibrada, sem ganância ou medo.
Recomendação de negociação: Venda a descoberto de ouro em torno de 4560-4565, stop-loss em 4590, alvo inicial de 4500-4460.
Esta posição encontra-se na zona central da zona de resistência, e a sua eficácia já foi comprovada várias vezes. Mesmo que um falso rompimento para cima acione o seu stop-loss, não perderá muito dinheiro; no entanto, enquanto o padrão de consolidação se mantiver, a relação risco-retorno desta operação é muito favorável.
Opinião pessoal: Este tipo de mercado volátil é o mais desgastante, mas também o melhor para proteger o seu capital. Não se queixe do ritmo lento ou das pequenas oscilações de preço; o mercado não recompensa os corajosos agora, apenas os disciplinados. Já vi muitas pessoas perseguirem máximos e mínimos em mercados voláteis e perderem tudo, e também já vi aqueles que esperaram pacientemente pelos pontos de rutura saírem vitoriosos.
Por fim, uma palavra sincera: Nos investimentos, a estabilidade é fundamental. Os preços do ouro e do mercado cambial mudam diariamente, mas a lógica subjacente ao trading continua a ser a mesma: a paciência, a disciplina e a gestão de posição não agressiva são a chave para a acumulação de lucros a longo prazo.
Se também concorda com esta abordagem de "arriscar primeiro, regressar depois", sinta-se à vontade para comentar "estabilidade" ou partilhar as suas ideias sobre as grandes oportunidades na prata.
Gosta, partilha e discute para ajudar mais amigos a não se perderem em mercados voláteis. Esperemos juntos que a mudança de rumo, que o ouro rompa a resistência e que a prata descole.
A queda do ouro pode continuar.A queda do ouro pode continuar.
Os preços do ouro despencaram 2%, rompendo a barreira dos US$ 4.500! Os principais investidores estão vendendo em um ritmo alarmante — você está em pânico?
Muitos consideravam US$ 4.500 um nível de suporte "sólido como uma rocha", mas os ursos o romperam decisivamente!
Os preços do ouro caíram abaixo de US$ 4.500 no início do pregão asiático de hoje, a primeira vez desde o final de março; a queda acelerou durante a sessão de negociação dos EUA, ampliando-se para 2%, atingindo uma mínima de US$ 4.470,45.
Uma queda como essa é suficiente para encerrar instantaneamente qualquer posição comprada — isso não é uma correção, mas um massacre!
Atualmente, os preços do ouro estão flutuando em torno de US$ 4.490, com uma tendência geral extremamente fraca hoje. A sessão de negociação dos EUA ainda não terminou e o movimento de queda continua.
Por que o ouro despencou esta noite?
Notícia importante 1 — A posição do Fed de "estender o prazo e aumentar as taxas de juros" agora está totalmente confirmada.
O ouro é um ativo que não rende juros. Quando o rendimento dos títulos do Tesouro americano de 10 anos ultrapassar 4,44%, quem ainda manterá ouro, que não oferece juros?
Notícia importante 2 – O índice do dólar americano sobe acima de 99, rompendo com a lógica de porto seguro
Os atributos tradicionais do ouro como porto seguro foram completamente enfraquecidos, e os fundos estão migrando do ouro para o dólar americano.
Notícia importante 3 – Instituições começam a rebaixar suas classificações
A era em que os três maiores bancos de investimento previam unanimemente que os preços do ouro chegariam a US$ 5.000 acabou. O sentimento do mercado tornou-se completamente pessimista.
Não se trata de investidores individuais vendendo, mas sim de grandes instituições reduzindo ativamente suas participações!
Análise técnica – Um novo campo de batalha após a linha de defesa de 4500 ter sido rompida
Com o nível de 4500 rompido, o cenário técnico mudou completamente. O nível de 4500 se transformou de um "nível de suporte" para um "limite superior". Observando o gráfico de 4 horas, enquanto o preço não conseguir subir acima de US$ 4.500, qualquer recuperação pode ser vista como uma armadilha para os compradores. Vender em altas continua sendo a estratégia mais segura.
Última atualização dos principais níveis de preço do ouro:
Primeiro nível de resistência: US$ 4.500-4.510 (Antigo nível de suporte, agora resistência)
Nível de defesa final: US$ 4.530 (Qualquer recuperação antes de romper este nível é uma armadilha para os compradores)
Primeiro alvo de baixa: US$ 4.470 (Próximo à mínima de hoje)
Próxima área de alvo: US$ 4.452-4.480 (Principal zona de pressão baixista)
É particularmente importante notar que, se o preço do ouro romper efetivamente o nível de US$ 4.500 no gráfico semanal, o potencial de queda se expandirá ainda mais, podendo chegar a US$ 4.360 ou até menos. Uma vez que o nível de US$ 4.500 se transforme de um ponto forte para os compradores em uma plataforma para ataques baixistas, o atual nível de suporte de US$ 4.492 estará longe de ser suficiente para os ursos!
Siga a tendência, não se iluda.
Estratégia geral atual para negociação de ouro: Uma tendência de baixa se formou e qualquer tentativa de comprar na baixa é extremamente perigosa! Seguir a tendência é a única escolha correta. Não fantasie sobre pegar uma faca caindo durante uma queda do mercado; este é o erro mais comum que os iniciantes cometem!
👉 Se você é um comprador: Devo ser franco com você — se você aproveitou a alta ou ainda está com posições perdedoras, agora não é hora de hesitar.
Após romper abaixo de 4500, a base técnica para a tendência de alta não existe mais.
A abordagem profissional é, honestamente, cortar suas perdas e esperar por uma oportunidade de entrada melhor. Não vá contra a tendência!
👉 Se você perdeu a oportunidade de venda a descoberto: Já que você perdeu esta queda, não tente comprar na alta! Aguarde pacientemente que o preço recupere para a faixa de 4500-4510 antes de abrir uma posição de venda, com um stop-loss acima de 4530.
A chave para o sucesso no mercado de ouro não é quem grita mais alto, mas sim quem consegue prever e seguir a tendência com precisão. A direção é clara, todos a conhecem; se você conseguirá lucrar com a próxima tendência de baixa depende da sua execução e coragem!
Siga-me para análises diárias do mercado em tempo real e entenda com precisão cada movimento no mercado de ouro! 🎯🚀🚀🚀
USDCAD e o momento de altaNesta operação vou entrar com uma posição longa.
Nesta ideia foi utilizada a análise gráfica deste par e seguindo as últimas declarações relacionadas com a política monetária das moedas de cada país.
Como já disse em outras análises existe a possibilidade de o FED assumir uma postura dovish no futuro. Mas e apesar disso, esta mesma postura pode demorar porque o FED subiu a inflação, o que pode fazer com que as taxas sejam aumentadas também.
Em relação ao BOC, podemos ver que está a assumir uma postura dovish com o objetivo de promover a economia e a partir dai manter a inflação baixa.
Foi realizada também uma análise fundamentalista e que deve ser feita ao longo do tempo, para que sejam acompanhados todos os dados que vão saindo relacionados com os pares que estão a ser analisados.
Nesta análise deve ser dada atenção a todas as noticias e dados que possam sair relacionados com este par, pois movimentos fortes podem alterar rapidamente a estratégia utilizada.
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Conteúdo informativo, sem recomendações. O autor não se responsabiliza por decisões tomadas com base neste perfil. Consulte um profissional antes de investir.
Mini Índice 19.05.2026Após a formação das ilhas de reversões e seus gaps, foram quebras e mais quebras na estrutura e novos suportes foram formados. Isso não quer dizer que o mercado caiu em linha reta, mas que está buscando renovar novos fundos ao fazer pullbacks e pivôs. Logo, tivemos boas oportunidades no dia de hoje.
Expectativas de alta de juros pressionam o ouroA força do dólar americano impede a subida do preço do ouro. As expectativas de queda de juros diminuíram e o cenário geral é desfavorável ao ouro. No curto prazo, priorize vendas em recuperações seguindo a tendência.
O mercado segue fraco com recuperações limitadas e forte resistência superior. Os compradores não têm força suficiente para elevar os preços, não havendo chance de tendência de alta rápida.
A principal resistência está entre 4580 e 4600, onde o preço costuma recuar.
O suporte principal fica entre 4530 e 4500, faixa das mínimas recentes. Romper esse nível causa novas quedas; se mantido, o preço permanece oscilando.
Estratégia de curto prazo: Vender entre 4580 e 4600
Stop loss acima de 4610
Alvo: 4530 a 4500
Análise rápida do BTCO bitcoin tem apresentado movimentos voláteis fracos com tendência geral de queda.
O preço atual gira perto do suporte chave de 76500 que continua válido. As principais resistências estão em 78000 e 80000.
O sentimento do mercado segue cauteloso e as expectativas de liquidez macro limitam o impulso de alta. Posições com alta alavancagem ainda não foram totalmente encerradas e trazem riscos de oscilação.
No curto prazo, o BTC vai manter movimentação lateral. A quebra abaixo de 76500 ampliará as quedas, enquanto a permanência firme acima de 78000 possibilita uma recuperação moderada.
- Compra: 76000–76500
- TP: 77000 - 77500 - 78000
Regiões Importantes para o WINM26 – hoje, 19/05/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |178.775|
-Zona Média SUPERIOR |181.715|
Região Superior: 182.680 até 180.750
-Zona Média INFERIOR |175.835|
Região Inferior: 176.800 até 174.870
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Análise de Tendência de Curto Prazo do BTCEm 17 de maio de 2026, o BTC oscila perto do nível chave 78000 após leve recuperação, mantendo-se fraco no geral.
1. Fatores de Mercado
Dados de inflação subiram acentuadamente, o Fed adota postura mais rígida e as expectativas de liquidez se reduziram. Fatores geopolíticos oferecem pouco suporte como ativo de segurança.
2. Estrutura de Mercado
Abaixo de 78000 a volatilidade aumenta. Principais resistências 80000 e 82000, suportes importantes 76500 e 75000. Alto volume de posições abertas mostra alavancagem ainda não reduzida.
3. Tendência e Operação
A tendência de curto prazo é de queda. Romper 78000 levará o preço até 76500 e 75000. Se se manter acima de 78500, haverá recuperação limitada até 80000. Prevê-se movimento lateral, mantenha posições leves.
4. Pontos de Acompanhamento
Variação dos rendimentos dos títulos americanos, manutenção do preço acima de 78000, fluxos de capital dos ETF e mudanças nas posições do mercado.






















