Mais que o presidente eleito dos EUA, o que preocupa as empresas na cidade de Shenzhen, pólo tecnológico da China, é conseguir sobreviver à competição darwiniana do comércio global.
Desde que entrou na guerra síria no ano passado, a Rússia teve sucesso em minar o status dos Estados Unidos como única superpotência do Oriente Médio, uma conquista que culminou com a queda de Aleppo.
Com o fim de 2016 se aproximando, cinco das sete empresas mais valiosas do mundo — incluindo as três mais valiosas — são do setor de tecnologia. Além do forte valor aos olhos dos investidores, Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook também são poderosas forças na vida cotidiana. A tecnologia hoje parece ser inevitável.
As gigantes dos gases industriais Praxair, dos Estados Unidos, e Linde, da Alemanha, concluíram ontem um namoro de dois anos, anunciando a união de forças para criar a maior empresa do setor com um valor de mercado combinado de US$ 66,6 bilhões.
A gigante chinesa de internet Tencent Holdings Ltd. está expandindo seus negócios de “streaming” de música e conteúdo ao vivo na Ásia, acirrando a competição com os gigantes da indústria Apple Inc. e Spotify AB.
Até alguns meses atrás, a gestora Platinum dizia aos investidores que geria mais de US$ 1 bilhão em ativos aplicados em investimentos ecléticos como empréstimos para empresas em recuperação judicial e ações de farmacêuticas pouco negociadas
Um homem armado assassinou o embaixador da Rússia na Turquia durante a inauguração de uma galeria de arte na capital, numa ação que as autoridades russas qualificaram de ato terrorista e que parece ter sido cometido em represália pelo papel do Kremlin no derramamento de sangue na vizinha Síria.
Uma década atrás, Fidel Castro e Hugo Chávez proclamaram que presidiam um só país, combinando o ensino de Cuba e o petróleo da Venezuela para desafiar o poder dos EUA na América Latina. Agora que Castro se foi — três anos após a morte de Chávez —, a união entre os dois países defina rapidamente.
Montadora enfrenta o desafio de novas tecnologias e escândalo sobre consumo de combustível e investidores esperam que o executivo repita o sucesso obtido ao reviver a deficitária Nissan há 15 anos.
Todas as medidas tomadas pelas autoridades monetárias na zona do euro deveriam evitar privilegiar alguns países em detrimento de outros. Mas hoje, em parte devido à forma como as regras do BCE foram concebidas, mais estímulo é dado para as economias mais saudáveis e menos para aquelas que estão ficando para trás.
Camêras conectadas, monitores físicos, brinquedos eletrônicos e até uma tigela inteligente estão entre os produtos inovadores existentes hoje no crescente mercado de animais de estimação dos EUA, que em 2015 movimentou mais de US$ 14 bilhões.
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Para reformular o mundo industrial e seus principais negócios com software avançado, o conglomerado americano precisa primeiro vender equipamentos mais simples para aquelas empresas que ainda não estão prontas para se conectar à nuvem.
Os avanços tecnológicos deixaram os ‘desktops’ da empresa bem para trás e o gigante do software, que aos 41 anos vem enfrentando rivais mais ágeis como a Apple Inc. e o Google., da Alphabet Inc. , teve que abandonar a desconfiança com aquilo que não foi desenvolvido internamente e também o foco excessivo na engenharia.
Várias empresas estão adotando uma gestão que elimina a figura central no comando, sendo administradas por comitês e com base no consenso — estruturas que, segundo seus líderes, aumentam a colaboração e melhoram a tomada de decisões em todos os níveis.
Os produtores de grãos da Argentina, afetados por mais de dez anos de controles internos de preços e impostos elevados sobre as exportações, estão plantando a um ritmo recorde este ano agora que o atual governo está eliminando esses obstáculos.
Empresas como Airbnb, Uber e Snap querem tranquilizar os investidores preocupados com a perspectiva de estagnação no crescimento das vendas. O ponto-chave é criar uma história de crescimento a longo prazo, mostrando que a empresa é capaz de ir além da sua atividade principal.
O maior problema da economia global é a escassez de grandes idéias. Há um abismo entre as promessas da inovação para a economia e o que ela realmente entrega. Com exceção da tecnologia de uso pessoal, melhorias na vida diária têm sido graduais, não revolucionárias. Uma análise do Wall Street Journal explica por que o mundo chegou a esse estágio.
Howard Schultz, que transformou a Starbucks em uma marca global com mais de 25 mil lojas, disse na semana passada que planeja deixar o cargo de diretor-presidente para trabalhar em um projeto dentro da Starbucks que criará cafeterias altamente sofisticadas onde o café pode custar US$ 12 por um copo de 354 ml.
O trajeto da peça do ateliê de criação na Espanha até as araras da loja em Manhattan dá uma visão interna do modelo de moda rápida que fez da Inditex SA, a controladora da Zara, a maior empresa de varejo de roupas e acessórios do mundo em vendas.
Às vezes, as máquinas realmente substituem os seres humanos, como na agricultura e na manufatura, diz David Autor, economista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts especializado em questões de trabalho. Mas, segundo ele, para a economia como um todo, isso nunca aconteceu.
O apoio aos grandes partidos de esquerda da Europa, há muito considerados os pilares da elite política dos países do continente, está ruindo. Os eleitores estão irritados com as medidas de austeridade dos governos de centro-esquerda. Muitos que antes apoiavam os socialistas e social-democratas agora rejeitam seus pedidos de fortalecimento da UE e disposição para receber imigrantes.